Por: Ricardo Gebeluca | 15/05/2018

O caso da policial militar de folga que reagiu e matou um ladrão na porta de uma escola em Suzano (SP) no sábado (12) foi notícia em diferentes veículos de imprensa internacionais.

Antes de entrar para a festa de Dia das Mães da escola, um grupo de mulheres e crianças foi surpreendido por um assaltante armado. Em meio à confusão, a policial Kátia da Silva Sastre, que estava ali para participar do evento na escola da filha, sacou a arma da bolsa e atirou 3 vezes contra o homem. O suspeito, que tinha 21 anos e estava com um revólver calibre 38, já tinha abordado outra mãe antes de chegar ao portão da escola.

Mãe policial reage a assalto e mata ladrão em frente a escola, na presença de crianças

Mãe policial reage a assalto e mata ladrão em frente a escola, na presença de crianças

‘Fox News’

O canal americano “Fox News” aponta que Kátia foi saudada como heroína. Sua declaração foi reproduzida na matéria “Pensei apenas em defender as mães, as crianças e a minha própria vida e da minha própria filha”. A classificação do procedimento como “perfeito do ponto de vista técnico” feita pelo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves, também foi citada.

 Fox News  (Foto: Reprodução/G1 )

‘Washington Post’

O jornal americano “Washington Post” publicou uma reportagem que começa com o tweet do governador de São Paulo. Márcio França homenageou a atitude da mulher no domingo (13). Na sequência, eles descrevem o vídeo como aterrorizante.

‘Clarín’

O site do jornal argentino “Clarín” publicou a história nesta segunda (14). A reportagem diz que após ser atingido, o homem ainda atirou duas vezes. Um deles falhou, o outro chegou a ser disparado, mas não atingiu ninguém. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Kátia é mãe de duas meninas, de 7 e 2 anos e trabalha há 20 anos na corporação.

News.com.au

O site de notícias australiano apontou que “um criminoso armado que esperava do lado de fora de uma escola particular em São Paulo encontrou alguém à sua altura, quando uma mãe literalmente o deixou morto de medo”.

 G1