Por: Ricardo Gebeluca | 08/04/2019

Segundo a denúncia do Ministério Público, a vítima e o réu tinham um desentendimento, porque a primeira estendia um tapete sobre a placa da oficina do segundo

Paulo Roberto Sartorato, decidiu ampliar a condenação de um homem que matou uma mulher com golpes de barra de ferro e ateou fogo no corpo, em Itapema.

A pena foi majorada de 18 anos para 18 anos e oito meses de reclusão, em regime fechado, pelo crime homicídio qualificado pela dissimulação, por recurso que dificultou a defesa da vítima, com meio cruel e emprego de fogo. Segundo a denúncia do Ministério Público, a vítima e o réu tinham um desentendimento, porque a primeira estendia um tapete sobre a placa da oficina do segundo.

O crime

Na manhã do dia 21 de maio de 2015, o homem foi a residência da vítima, que ficava no andar superior da oficina do seu pai e era o seu local de trabalho, e solicitou que ela abrisse o portão que dá acesso à placa luminosa que ficava na fachada do prédio. A desculpa é de que faria algum tipo de manutenção. Após uma discussão, o acusado pegou uma barra de ferro e desferiu oito golpes contra a cabeça da mulher, ocasionando-lhe grave traumatismo crânio-encefálico, na frente das duas filhas da vítima. Não satisfeito, o homem ateou fogo no corpo dela, enquanto ela ainda estava com vida.