
A CPI da Pandemia deve pedir o indiciamento de mais sete pessoas. A informação foi confirmada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), em entrevista.
A analista Thais Arbex teve acesso à nova lista, veja abaixo:
- Heitor Freire de Abreu, coordenador do Centro de Coordenação de Operações
Crime de epidemia e crime contra a humanidade
- Marcelo Bento Pires, assessor do Ministério da Saúde
Crime de advocacia administrativa
- Alex Lial Marinho, ex-coordenador de logística do Ministério da Saúde
Crime de advocacia administrativa
- Thiago Fernandes da Costa, assessor técnico do Ministério da Saúde
Crime de advocacia administrativa
- Regina Célia de Oliveira, fiscal de contratos do Ministério da Saúde
Crime de advocacia administrativa
- Amilton Gomes de Paula, reverendo e presidente da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah)
Crime de estelionato
- Hélio Angotti Netto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos
Crime de epidemia
Nesta quinta-feira (20), o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou a versão final de seu relatório. Em suas 1.179 páginas, o documento propunha o indiciamento de 66 pessoas, a começar pelo presidente Jair Bolsonaro.
Na lista original de Renan, há ainda nomes de 4 ministros, 2 ex-ministros, 6 deputados, 1 senador, 1 vereador, além de 13 médicos, 3 empresários, entre os nomes elencados no documento da CPI. Os três filhos mais velhos do presidente, Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro estão entre os parlamentares incluídos no documento.




